sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Apenas um recomeço...

Já são mais de 80 dias sem postar neste espaço, mas estou presente em outras frentes.

Voltei aqui para te dizer que tenho morada nova.

E gostaria de te comunicar que tudo mudou, ainda bem, para melhor.

Pois, quem não muda durante a vida, acaba mudando para pior.

Te vejo por ai!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Até logo...


O Briga de Faca entra em hiato. O que ficará disponível são os meus posts de 16 de Outubro de 2008 até o dia 20 de julho 2011. Foram aproximadamente 3 anos, quase 900 postagens e mais de 65 mil acessos neste período. Agradeço a todos que acompanharam, comentaram e visitaram este pequeno espaço no mundo digital.

No momento, estou somente no Twitter. O endereço é www.twitter.com/joaocleido ou @joaocleido

No mais, gerais... Nos vemos futuramente em uma nova empreitada. ;-)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre o Marketing Pessoal, texto de Lúcia de Bidart


O maior sucesso de comunicação do século 20 é o filme publicitário; mas ele não teria a eficácia que tem se não considerasse como fator determinante a que público ele se destina…
Esses filmes, em apenas 30 segundos conseguem passar um mundo de informações que sugerem soluções, despertam e satisfazem expectativas e, sobretudo, dão prazer…
Quanto tratamos do Marketing Pessoal, para que haja boa comunicação – tal como nos ensinam algumas dessas maravilhas desenvolvidas em 30 segundos – é preciso, em primeiro lugar, que você conheça o produto; ou seja, você mesmo…
Em segundo, que você saiba tudo sobre a pessoa com quem vai falar – ou seja, o seu “público alvo”…
E para completar, é preciso saber “passar a sua mensagem”. O bom comunicador é econômico no uso do tempo e das palavras: a tagalerice e a verborragia estão na contramão da comunicação.
Pessoas que falam demais, que falam durante muito tempo e que, sobretudo, falam à toa, tendem a ser maus comunicadores. Ignoram o valor e o peso das palavras…
Bons comunicadores são recíprocos: falam menos do que ouvem e dão aos seus interlocutores o que eles desejam, sem impor nada. Excesso de mensagens polui o entendimento, gerando confusão.

Por isso, lembre-se dos filmes publicitários. Afinal, não nos comunicamos pelo que falamos: nos comunicamos pelo que somos. Quem tem autoridade sobre o que fala, quem é confiável de um modo geral, quem se compromete com seu próprio discurso, certamente é um bom comunicador.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Meu filho, você não merece nada!

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada


ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
REVISTA ÉPOCA

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.


Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.


Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.


Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.


Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.


É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?


Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.


Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.


Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.


A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.


Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.


Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.


Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.


Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.


O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.


Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.


Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.


Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.


Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Será o fim? Parte II


Pois é, dentre as inúmeras mudanças que eu quero realizar para este semestre, além de dar mais atenção para a ferramenta do Twitter em relação ao Blog, foi a de realizar uma nova tentativa com o intuito de dar fim a um velho vício, o hábito de fumar.

Hoje faz 5 dias, ou 120 horas, que eu não fumo. Me encontro, então, como ex-fumante. Ou estou, nunca sou, ex-fumante. Mas ex-fumante mesmo! Aquele que parou de fumar. Seja cigarro, maconha, de palha, crack, oxi, cachimbo, charuto...

Vejo muita gente trocando cigarro por outro tipo de fumo, legal ou ilegal, dizendo que aquele faz menos mal. O que este povo não entende é que se você fumar 20 cigarros de maconha, igual você fuma 20 cigarros de tabaco, fará MUITO MAL do mesmo jeito.

O problema de qualquer droga é a quantidade ingerida mais o fator controle. E quando não se tem o controle, não adianta, é melhor parar. Por exemplo, tenho o pleno controle do álcool sobre a minha vida. Fico meses, já fiquei mais, sem beber e não ficar pirado, maluco, ansioso ou em crise. Droga ilícita nunca foi minha cara mesmo, acho uma perda de tempo, pura bobagem, algo que passa até aceitável quando se é adolescente. Porém, se torna cada vez mais ridículo e tacanho com o avançar da idade, principalmente maconha. Já às outras, de cocaína para lá, é tirar atestado de trouxa mesmo! Peixe morre pela boca, vacilão pelo nariz, como dizia o poeta Bezerra.

Agora, o que eu quero dizer com controle?
Controle é você passar mal, contar as horas para a próxima tragada, não aguentar ficar poucas horas sem, não ir a determinado local porque não pode fumar, não se sentir confortável num ambiente pois ninguém lá fuma, dentre outros exemplos. Então, é este tipo de controle que eu não tenho.


Se eu ficasse, por exemplo, 24 horas sem fumar, já começava a me bater uma ansiedade, um pouco de mal estar, que só era curado com uma boa baforada. Neste caso, perdi o controle. O cigarro é minha muleta, e dele me tornei escravo. Diferente, por exemplo, do meu pai, que sempre fumou desde que eu me entendo por gente, mas incrivelmente nunca foi pau mandado do fumo. Ele acende um cigarro hoje, sempre filado e fiado, e fica dois, três, quatro, meses sem fumar. É mole? Então, nesta genética, eu tomei bomba. Sou dependente e viciado em cigarro, sim. Esta constatação de viciado pode ser forte e contundente, mas somente com estes adjetivos é que se forma a verdade.

Entendendo esta minha dependência, parti, mais uma vez, a tentar largar o vício. Já vinha namorando esta ideia a muito tempo. Melhor, acredito que ela sempre esteve presente na minha cabeça, já que consegui ficar quase 2 anos sem fumar, e voltei, como todo fumante, de pura bobeira e inocência.

Nesta nova tentativa de ficar sem o fumo, pensei a algum tempo atrás em comprar algum remédio para aliviar os primeiros dias da abstinência (daqui a pouco vou falar disto), e pensei em tomar Zyban ou Champix. Mas, também refleti e encarei a realidade: É melhor parar na tora, sem alegoria, ajuda ou palhaçada. A vitória fica mais difícil e também mais deliciosa. Além disto, um tratamento com Champix implica num gasto de quase mil reais.

Mil reais é uma boa cifra, ela até te impressiona num primeiro momento, mas se você fuma e for pensar melhor.... Quatro maços de cigarro por semana, coisa pouca, 12 cigarros em média por dia, fará você gastar quase R$ 100,00 reais num mês ou mais de R$ 1.000,00 num ano. E se bobear, você quebra este quatro maços numa gandaia de final de semana, não é mesmo? Então o preço é até justo. Mas no meu caso, e refletindo melhor, eu queria passar por todos estágios da dependência para achar que as coisas não são tão fáceis, e pensar no longo prazo: Vale a pena uma baforada, ou recaída, e passar este inferno todo de novo? Não vale mesmo!


A gente entende o tanto que é viciado e escravo do fumo quando fica sem fumar MESMO. Para quem conhece, bem-vindo ao inferno. Existem horas de puro pânico, de crises de ansiedade, no qual você puxa o ar e ele não vem. Eu não estou exagerando. Proponho o desafio, fique 3 dias sem fumar, melhor somente 2 dias, e anote o que você sente. Compare então com esta lista: ansiedade, nervosismo, boca formigando, dor de cabeça, falta de ar, crise de ansiedade, falta de concentração, taquicardia, lerdeza no raciocínio, insônia, angústia, coceira no rosto, dor de garganta, dentre outros. Todos eles em maior ou menor quantidade e intensidade. Todos eles em ciclos periódicos durante o dia. Sendo o ápice à noite.

E como eu superei isto? A lista é fácil: Conscientização, vontade, água gelada, chiclete Trident (não o de nicotina), caminhada e olhos fechados e concentrados com respiração profunda nos momentos de crise. Os ciclos destes sintomas te enlouquecem e vem e vão, durante alguns minutos durante o dia, de 10 a 30. Mas existe um porém. Eles vão diminuindo de intensidade e de quantidade com o passar do tempo.

Hoje, o quinto dia, eu acordei melhor, mais inspirado e respirado e resolvi escrever este texto. Não para falar que eu parei, já disse que estou ex-fumante, mas para deixar um relato ou alentar quem está procurando força para parar. Venho falando, se você me segue ou acompanha no Twitter, da minha saga para #parardefumar e, portanto, estou a disposição para trocar experiências.

Por fim, vale à pena, mesmo por mais ardilosa, dura e cruel dar fim a esta dependência. Acordar de manhã, fôlego, cheiro, gosto, disposição, libido, tudo melhora e muito. Nem vou entrar no mérito da saúde, da vaidade, da conscientização, da estima e do poder que isto te dá, a medida que o tempo vai passando e você avança mais um pouquinho. Sugiro você mesmo fazer a experiência. Que tal uma tentativa? Não custa tentar... não é mesmo?

PS:

* Não venci a guerra, somente algumas batalhas, faltam ainda encarar a cerveja, o churrasco, a roda de amigos fumantes, o jogo de futebol, as situações de mais stresses, quiçá de pesar, para ver o quanto eu resisto. Mas vou indo...

* Zyban só pode ser tomado com prescrição médica e implica, de acordo com o médico que eu consultei na época, em parar de beber durante algum tempo (antes, durante e depois) de ser ministrado. Consulte o seu médico.

* Textos na internet, como estes, fizeram grande diferença para este que vos tecla, em momentos de quase chutar o pau da barraca nos primeiros três dias.

* Já fumei maconha e traguei, sem hipocrisia. Entretanto, é algo que me arrependo. Sim, eu me arrependo, e muito, de ter feito determinadas coisas. Sim, você entendeu bem, eu quase não tolero o ar abobado e manso de zé ruela de quem mexe com estas porras.

* Obrigado Mirella por estar do meu lado me dando força nesta caminhada... ;-) Lov U!

* Vislumbro, no longo prazo, fazer um clareamento dental e comprar uma bicicleta com todo o dinheiro que eu economizei nesta empreitada.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Será o fim? Parte I

Para quem já tem ou acompanha, estou desde o domingo com o meu Twitter funcionando e devidamente configurado. O Endereço é: twitter.com/joaocleido ou @joaocleido se você já estiver na ferramenta.

O grande problema, pelo que vejo e analiso, é que este espaço vai ser aos poucos suprimido ou engolido pelo meu Twitter, devido a sua maior agilidade, interatividade e portabilidade.

Digo isto, pois, aconteceu com a maioria dos blogs de amigos e conhecidos que eu acompanhava. Depois da entrada do blogueiro para o Twitter o blog dele foi literalmente para as picas.

Bem, vamos aguardar. Mas não digam que eu avisei.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Somente para os mestres!

Você acha que domina, conhece, sabe, aonde estão as principais, cidades, países e locais históricos no Mundo? Então clica ai e boa sorte!


Traveler IQ

The Traveler IQ challenge ranks geographic knowledge of cities such as: Memphis, Guangzhou or Dallas by comparing results against 7,186,792 other travelers.


E por falar em Mundo... Olha que coisa maravilhosa!

Ocean Sky from Alex Cherney on Vimeo.


O rapaz que tirou essa foto fez várias delas, em sequência, e colocou-as juntinhas em vídeo, usando o processo time lapse. Alex Cherney é o nome do fotógrafo, e suas maiores paixões são o céu e o mar. As imagens foram feitas na costa da Austrália, e ganharam o prêmio STARMUS, de fotografia dos astros.